Pesquisador em Transcomunicação Instrumental
Samuel Andriotte, 37 anos, Bacharel em Administração, pós-graduando em Neurociência e Física da Consciência, e estudante de Engenharia de Energia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É também Técnico em Eletrônica e Técnico em Eletrotécnica pelo Centro Tecnológico Estadual Parobé, com formação profissional adicional nas áreas de Eletricidade e Mecânica pelo SENAI. Em 2007, participou de um projeto de pesquisa voltado à geração de energia no Laboratório de Engenharia Elétrica da UFRGS, atuando em função técnica e com financiamento do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). É pesquisador internacional e pioneiro na américa latina em pesquisas dos fenômenos de vozes eletrônicas em tempo real, em 2025, apresentou seus aparelhos e estudos na Universidade de Harvard integrando o trabalho de pesquisa da Cardiologista e pós doutoranda Dra. Sara Siqueira .
O interesse pelo fenômeno das vozes eletrônicas (EVP – Electronic Voice Phenomena) acompanha minha trajetória desde o início dos anos 2000, período em que meu pai, Jota Pedroso, realizava investigações nessa área em nossa residência na cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul. Desde jovem, fui profundamente impactado por essas experiências, especialmente por mensagens que pareciam conter menções diretas ao meu nome. Essas vivências despertaram em mim uma inquietação duradoura sobre a origem e a natureza dessas manifestações sonoras. As sessões experimentais ocorriam frequentemente durante a madrugada, momento em que eu observava com atenção a organização dos equipamentos e a dedicação de meu pai à busca de respostas. A atmosfera gerada por esses eventos marcada pelo silêncio da noite, os sons intermitentes dos aparelhos e o ambiente concentrado de investigação exercia uma forte impressão sensorial e emocional. Mais do que um simples experimento doméstico, tratava-se de uma verdadeira imersão em um mistério que atravessava os limites da percepção comum. Paralelamente a esse contato com o fenômeno, iniciei meus estudos musicais, o que contribuiu significativamente para o desenvolvimento da minha percepção auditiva. Essa sensibilidade aguçada foi determinante para a escuta e interpretação das mensagens captadas ao longo dos anos. Ainda durante a juventude, compartilhei com meu pai atividades que envolveram desde a construção de dispositivos simples até apresentações escolares, experiências que fortaleceram meu vínculo com o campo da experimentação.

